FAP: como os afastamentos por saúde mental encarecem a sua folha
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O FAP é um multiplicador da contribuição previdenciária da empresa, calculado a partir do histórico de afastamentos e acidentes. Afastamentos por transtornos mentais entram nessa conta e podem elevar o multiplicador por anos. Por isso prevenir adoecimento não é só cuidado: tem efeito financeiro direto.
Existe um custo da saúde mental que não aparece na planilha de benefícios. Ele se esconde dentro da contribuição previdenciária, e atende por uma sigla: FAP.
O que é o FAP?
O Fator Acidentário de Prevenção é um multiplicador aplicado sobre parte da contribuição previdenciária da empresa. Ele é calculado a partir do histórico de acidentes e afastamentos. Histórico pior, multiplicador maior. Multiplicador maior, folha mais cara.
O que a saúde mental tem a ver com isso?
Tudo. Afastamentos por transtornos mentais, muitas vezes registrados como B91, entram no cálculo. Cada afastamento prolongado não pesa só no mês: ele influencia o FAP por um período, encarecendo a folha mesmo depois que a pessoa voltou.
Qual é o retorno de prevenir?
Reduzir a entrada em afastamento e o tempo de cada um tende a melhorar o FAP ao longo do tempo. É por isso que tratamos a NR-01 como gestão de risco com retorno, não como custo. O dinheiro que você não gasta com afastamento evitado é dinheiro que volta.
Os números de FAP de cada empresa dependem de cálculo contábil específico. Use a calculadora da VitaCorp como estimativa ilustrativa, não como fechamento contábil.
Cartão de bolso
Se esquecer tudo, lembra disso.
- O FAP multiplica parte da contribuição previdenciária da empresa.
- Ele reage ao histórico de afastamentos e acidentes.
- Afastamentos por transtorno mental (B91) entram na conta.
- O efeito dura além do mês do afastamento.
- Prevenir adoecimento tem retorno financeiro calculável.
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